E se a vida lhe desse uma oportunidade de concertar teu erro quase fatal? E a vida lhe deu essa oportunidade. Inevitavelmente, ela não quis aproveitar, continuou querendo desistir de tudo. E desistiu! Ela caiu! Caiu... Desistiu pra nunca mais poder voltar. Não achei graça essa história de você me ensinar a sonhar e abandonar todos os seus sonhos poxa!
Hoje tudo que eu lembro, são das partituras de músicas, das notas musicais que inevitavelmente me levam a ela, em cada acorde em cada deslize de voz, tudo o que eu aprendi de música me leva à ela. E quem disse que um dia as músicas pudessem lembrar coisas tristes? E quem disse que um dia as músicas iriam tocar, e iriam ser cantadas de forma solitária e confusa? em quem mandou você abandonar todas as suas partituras minha querida professora?
e como aprendi com ela, nas mais sublimes notas...
eu sou nuvem passageira,
que com o vento se vai,
eu sou como um cristal bonito
que se quebra quando cai..
Não vai adiantar escrever seu nome numa pedra, pois essa pedra em pó vai se transformar...
A memória também vai se apagando até sobrar uns mínimos vestígios de que você existiu.. Mas existiu, e graças a Deus esteve em algum momento no vagão do meu trem, e foi tão bom.... sua dedicação nunca foi em vão, e fez toda a diferença! Mas como dizia Caio Fernando de Abreu.. se é verdade que o tempo não volta.. também deveria ser verdade que os amigos não se perdem!!! Ironia do destino te levar no Dia Mundial da Voz.
Audições eternas profe Adri!
"Sempre vai existir essa incansável busca por alguém que escute suas histórias, seus medos, seus fracassos, seus sonhos.. que lhe escute. Não é fácil encontrar, mas não é impossível, não é rápido , mas também não é eterna a busca. Um dia você encontra uma voz doce que te acalma, alguém que sorri pra você e te abraça sem ao menos se mover, encontra um olhar terno que te faz derreter só de olhar, encontra palavras que sempre quis escutar, que sempre disse, mas não costumavam dizer pra você. Quando isso acontecer , agarre, cuide .. porque você acabou de encontrar seu mais lindo esconderijo" -
whatever .
segunda-feira, 25 de abril de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Dia mundial da voz
Por isso uma força me leva a cantar,
por isso essa força estranha no ar.
Por isso é que eu canto, não posso parar..
Dia 16 de abril é o Dia Mundial da Voz! Instrumento mais rico que há! Então que saibamos valorizar este presente de Deus, nosso principal meio de comunicação e usa-la da melhor maneira possível a nosso favor e a favor de outras pessoas, porque ninguém pode calar a nossa voz!
por isso essa força estranha no ar.
Por isso é que eu canto, não posso parar..
Dia 16 de abril é o Dia Mundial da Voz! Instrumento mais rico que há! Então que saibamos valorizar este presente de Deus, nosso principal meio de comunicação e usa-la da melhor maneira possível a nosso favor e a favor de outras pessoas, porque ninguém pode calar a nossa voz!
quinta-feira, 7 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Deixa deste cansaço... esqueça...
Deixa deste cansaço, esqueça tudo que te faz triste..
Durante a ultima semana (5 de abril), estive em Porto Alegre conhecendo a estrutura dos meios de comunicação de lá. TVE, Museu de Comunicação, Jornal Zero Hora.. este foi o que mais me tirou o sossego.. Sai de lá impressionada com a estrutura, a organização e principalmente a qualidade dos profissionais. Por lá não tenho dúvidas que só consegue vaga quem é excelente no que faz, quem tem estilo próprio, e responsabilidade. Principalmente, quem tem coragem pra enfrentar uma rotina totalmente diferente na capital gaúcha, uma boa estrutura financeira, e um bom desapego a família, pra quem é do interior.
Conhecer o Zero Hora, foi ter contato com pessoas admiráveis desde a área publicitária até o setor de esportes.
Conhecer aquele jornal, foi ter uma pequena visão de que armas se precisa ter pra sair na rua procurar a melhor pauta. Como se passar por flanelinha, ou correr o risco de chegar na redação tarde da noite com os colegas te pedindo porque você ta sujo da cabeça aos pés.
E acima de tudo é estar sujo da cabeça aos pés e ter moral pra dizer “eu sou um profissional valorizado e admirado por todos”. Chegar no Zero Hora, é pensar que você passou por todos os imprevistos que pôde pra chegar ali. Deixou a família aos poucos, abandonou totalmente a hora do descanso, apenas pra conseguir um furo de reportagem, e mesmo assim depois de exausto, se sentir um cara realizado.
O que consolou, nós colegas focas incompreendidos, é que aqueles jornalistas nos deixaram a impressão de que não chegaram ali comprando o chefe, nem se contentando com textinhos meia boca. Também nem chegaram ali sem nenhuma experiência profissional, ou por “apadrinhagem” de alguém do jornal. Também não chegaram ali pedindo aos pais todo mês mil reais para pagar as “pequenas” dividas com auto-mimos. (Eles também não chegaram ali perdendo tempo escrevendo seus sentimentos bobos em um blog sem audiência, mas também eles não ficaram fazendo propaganda de graça de nenhuma empresa. (kkkkk))
Além disso conhecemos, o museu de comunicação Hipólito José da Costa. Foi quando sai de lá estarrecida com o cheiro úmido de jornais de quase dois séculos atrás, e por ter tido contato com as mesmas máquinas tipográficas enormes, que meus descendentes inteligentes e dedicados tiveram tempo atrás. E o mais legal foi conseguir ter um contato muito interessante com o passado. Sair de lá foi pensar em esquecer os olhos ardendo de sono, deixar o cansaço de lado, e esquecer tudo que me fazia triste, porquê a vida estava colorida e o vento batia com delicadeza nos meus cabelos.
Depois voltando a realidade, fomos conhecer a Famecos, e a estrutura dos cursos de pós graduação em comunicação social e mestrado na área. Sem querem me enganar - sai de lá pensando que a incerteza ainda toma conta de mim, e poderá continuar tomando conta depois que eu quem sabe estiver num curso superior de comunicação respirando ares porto-alegrenses, e ainda pensando que poderia ter feito música e ser cantora de fundo de quintal. Mas, estaria feliz, porque a vida é feita de incertezas, escolhas erradas e certo destino.
Na volta, quando a chuva começou bater com força no vidro do ônibus, eu ensurdeci, e acordei só quando estava pertinho de Passo Fundo, voltando a realidade. O frio na estação rodoviária congelou meus dedos, e me paralisou, até eu chegar em casa tomar um banho quente, e acordar apenas de manhã já trabalhando no Correio Marauense, escrevendo matéria sobre a Feira Municipal de Saúde, e me pendurando no telefone.
Durante a ultima semana (5 de abril), estive em Porto Alegre conhecendo a estrutura dos meios de comunicação de lá. TVE, Museu de Comunicação, Jornal Zero Hora.. este foi o que mais me tirou o sossego.. Sai de lá impressionada com a estrutura, a organização e principalmente a qualidade dos profissionais. Por lá não tenho dúvidas que só consegue vaga quem é excelente no que faz, quem tem estilo próprio, e responsabilidade. Principalmente, quem tem coragem pra enfrentar uma rotina totalmente diferente na capital gaúcha, uma boa estrutura financeira, e um bom desapego a família, pra quem é do interior.
Conhecer o Zero Hora, foi ter contato com pessoas admiráveis desde a área publicitária até o setor de esportes.
Conhecer aquele jornal, foi ter uma pequena visão de que armas se precisa ter pra sair na rua procurar a melhor pauta. Como se passar por flanelinha, ou correr o risco de chegar na redação tarde da noite com os colegas te pedindo porque você ta sujo da cabeça aos pés.
E acima de tudo é estar sujo da cabeça aos pés e ter moral pra dizer “eu sou um profissional valorizado e admirado por todos”. Chegar no Zero Hora, é pensar que você passou por todos os imprevistos que pôde pra chegar ali. Deixou a família aos poucos, abandonou totalmente a hora do descanso, apenas pra conseguir um furo de reportagem, e mesmo assim depois de exausto, se sentir um cara realizado.
O que consolou, nós colegas focas incompreendidos, é que aqueles jornalistas nos deixaram a impressão de que não chegaram ali comprando o chefe, nem se contentando com textinhos meia boca. Também nem chegaram ali sem nenhuma experiência profissional, ou por “apadrinhagem” de alguém do jornal. Também não chegaram ali pedindo aos pais todo mês mil reais para pagar as “pequenas” dividas com auto-mimos. (Eles também não chegaram ali perdendo tempo escrevendo seus sentimentos bobos em um blog sem audiência, mas também eles não ficaram fazendo propaganda de graça de nenhuma empresa. (kkkkk))
Além disso conhecemos, o museu de comunicação Hipólito José da Costa. Foi quando sai de lá estarrecida com o cheiro úmido de jornais de quase dois séculos atrás, e por ter tido contato com as mesmas máquinas tipográficas enormes, que meus descendentes inteligentes e dedicados tiveram tempo atrás. E o mais legal foi conseguir ter um contato muito interessante com o passado. Sair de lá foi pensar em esquecer os olhos ardendo de sono, deixar o cansaço de lado, e esquecer tudo que me fazia triste, porquê a vida estava colorida e o vento batia com delicadeza nos meus cabelos.
Depois voltando a realidade, fomos conhecer a Famecos, e a estrutura dos cursos de pós graduação em comunicação social e mestrado na área. Sem querem me enganar - sai de lá pensando que a incerteza ainda toma conta de mim, e poderá continuar tomando conta depois que eu quem sabe estiver num curso superior de comunicação respirando ares porto-alegrenses, e ainda pensando que poderia ter feito música e ser cantora de fundo de quintal. Mas, estaria feliz, porque a vida é feita de incertezas, escolhas erradas e certo destino.
Na volta, quando a chuva começou bater com força no vidro do ônibus, eu ensurdeci, e acordei só quando estava pertinho de Passo Fundo, voltando a realidade. O frio na estação rodoviária congelou meus dedos, e me paralisou, até eu chegar em casa tomar um banho quente, e acordar apenas de manhã já trabalhando no Correio Marauense, escrevendo matéria sobre a Feira Municipal de Saúde, e me pendurando no telefone.
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